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Roteador Mesh vale a pena? Veja prós e contras da tecnologia Wi-Fi

Atualizado: 7 de mai. de 2020

Tecnologia aumenta cobertura do Wi-Fi, mas tem preços mais altos; confira pontos positivos e negativos de roteadores do tipo


 

Roteadores Mesh prometem ser uma opção interessante para quem precisa de um bom alcance para sua rede Wi-Fi. Marcas como TP-Link, Intelbras, D-Link e Multilaser oferecem kits do tipo no Brasil, contando com dois ou mais dispositivos que devem ser instalados em lugares diferentes da casa. Entre suas principais vantagens está a diversidade de recursos, como direcionamento inteligente de tráfego, conexão dual-band e funções para aumentar a velocidade e estabilidade da rede.


Apesar disso, os preços são menos acessíveis em relação a aparelhos comuns, o que pode ser um problema para quem não pretende gastar muito. Confira a seguir pontos positivos e negativos de roteadores Wi-Fi e saiba se um produto do tipo vale a pena para você.


Pontos positivos


1. Maior alcance


A grande vantagem de ter uma rede Mesh é aumentar o alcance do sistema. Ao invés de utilizar um único roteador centralizado, a tecnologia permite uma área de cobertura maior com diferentes "nós", ou seja, roteadores individuais que são espalhados pela casa e distribuem o sinal original. Isso pode ser interessante em casas com mais de um andar ou até mesmo em situações em que o sinal de Internet sem fio chega muito fraco a cômodos mais afastados.


2. Recursos inteligentes



Sistemas Mesh mais completos estão disponíveis no mercado com opções dual-band, ou seja, trabalhando nas faixas de 2,4 GHz ou 5 GHz. Além disso, os produtos trazem recursos como controle parental, rede para visitantes, direcionamento inteligente de tráfego e suporte a diversos aparelhos conectados ao mesmo tempo. Essas, e outras funcionalidades também podem ser encontradas em roteadores comuns, mas ficam restritas a modelos mais caros. Embora dispositivos Mesh não sejam dos mais acessíveis, a tecnologia pode justificar o preço mais alto.


3. Configuração simples



Outro ponto interessante das redes Mesh é que, em geral, os roteadores desse tipo têm uma instalação simples, além de configurações de fácil acesso até mesmo para usuários menos experientes. Dessa forma, fica menos trabalhoso realizar ajustes importantes para a segurança, como trocar a senha com certa frequência, manter o sistema atualizado, entre outros. Essas interfaces ficam disponíveis em aplicativos para celular, como o Tether, da TP-Link, e o Cosmo, da Multilaser.


Pontos negativos


1.Preço mais alto



A tecnologia Mesh tem se popularizado, e já existem opções de entrada no mercado nacional – caso do Tenda MW3, por exemplo, que sai a R$ 384, no mínimo. O valor não é tão alto, mas é possível comprar um roteador intermediário com bom alcance por preços até mais baixos. Já ao considerar aparelhos com maior qualidade, como o Deco M4, da TP-Link, é necessário pagar, pelo menos, R$ 1.250 no Brasil, enquanto um produto comum de nível próximo aparece por menos de R$ 500.


Também é importante levar em conta que ainda não há tantas opções no mercado brasileiro. Por ser uma tecnologia recente, a menor oferta contribui para que os preços sejam mais altos mesmo em relação a roteadores tradicionais top de linha.


2. Montagem



Roteadores mesh não são difíceis de configurar, mas a instalação em si dos nós pela sua casa pode envolver alguma dificuldade. Cada elemento da rede precisa ser ligado a uma tomada e ser posicionado de forma a garantir que ele consiga receber as ondas emitidas pelos outros nós. Caso contrário, o sinal vai ser comprometido naquele aparelho em específico. Esses problemas podem ser contornados com tentativa e erro, até encontrar pontos ideais para a montagem, as, em situações, específicas, isso pode significar uma limitação. Um roteador comum de boa qualidade, por exemplo, pode ser uma opção suficiente e mais prática para a sua casa.


3. Escalabilidade



A ideia por trás da tecnologia mesh é facilitar a instalação de redes Wi-Fi com maior capacidade de cobertura. Entretanto, há situações em que o custo-benefício dessa abordagem se mostra inferior ao de instalações mais convencionais envolvendo roteadores e repetidores.


O exemplo aqui são espaços muito grandes e particularmente obstruídos por paredes e lajes. Nesses casos, a tarefa de vencer os obstáculos e levar o Wi-Fi para todos os lugares pode ser mostrar desafiadora por conta das barreiras físicas, exigindo a compra de mais nós para a rede. O uso de um roteador comum, com repetidores e access points, por exemplo, pode se mostrar até mesmo mais eficiente e de melhor custo-benefício em situações do tipo.


techtudo

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